Conservantes é uma banda brasileira de rock alternativo psicodélico formada no ano de 2011 em Maringá no Paraná. Com fortes traços do rock dos anos 60 e 70, a banda carrega características de vários estilos não só do rock de diferentes fases e faces como também do samba, bossa nova, jazz, baião, funk, passando até pelo rap e uma presença muito marcante do blues.
História
A banda se formou quando o baterista Hugo Ceresso mudou-se trazendo uma bateria para a mesma república onde morava Felipe Moraes. Após algumas jam’s decidiram formar uma banda, onde ambos pretendiam o mesmo, fazer músicas autorais. Então, Hugo apresentou 3 letras, imediatamente, e começaram a trabalhar nelas. A primeira foi “Bom dia“, com o estilo da primeira versão deixaria a maior parte das pessoas que já ouviram perplexos, sendo totalmente diferente, trazia um estilo pesado mais próximo do Hardcore. Foi uma proposta que parecia não ser a certa, eles queriam algo mais rebuscado, mais progressivo, mais psicodélico, como eles gostam de dizer, mais “conservante”. Ai vem a origem do nome “Conservantes“, proposto por Hugo, mas o nome nunca teve um sentido muito específico, sempre foi mais amplo, mais subjetivo, “Como em quase tudo, um pouquinho de conservantes” (música B.F.F), é um outro exemplo de sentido empregado ao nome pelos próprios integrantes. Então o nome tem seu sentido poético de conservador, antigo, rebuscado, como também do sentido cru da palavra.
Juntaram-se primeiramente ao músico Weliton Tarelho para integrar a banda como vocalista, a música “Bom dia” já ganhou uma cara rock blues com o riff criado por Felipe e o vocal encaixado por Weliton, porém esta formação não deu certo por desencontros, e divergência nos objetivos, e Felipe e Hugo seguiram com o projeto sozinhos. A segunda música foi “Não Necessariamente” e a terceira “Minha Janela Não Tem Cortina“, tendo as três músicas prontas, resolveram ir ao estúdio gravá-las para mais tarde inscrevê-las no festival Acorde Universitário da UEM, contendo apenas gravações com Felipe (sendo responsável pelas guitarras, vocais e baixos) e Hugo pela bateria. Com o material pronto eles se inscreveram e foram aprovados para o festival, e “Não Necessariamente” foi a música da primeira apresentação da banda no 4º Acorde Universitário, uma apresentação cheia de histórias. A banda contava nesta época com Alisson Correa nos teclados e Paulo Ricardo no baixo cujo participou apenas na primeira apresentação, daí a banda seguiu fazendo shows sem baixista.
Ainda sem alguém pra ocupar o posto, a banda voltou para o estúdio para regravação das musicas “Não Necessariamente” e “Bom Dia“, também a gravação de outras 4 canções: “Baga Kadaf“, “08/12“, “Máquina de Brinquedo” e uma musica inacabada chamada “Forró da vergonha“. Esta segunda gravação contou, (além de Felipe e Hugo que já participaram da primeira) com Alisson Correa. Até o convite de Éderson Vander para tocar em um bar chamado ‘Caçapa’ na cidade de Mandaguaçu. A banda ainda não tinha um baixista, foi ai que após Éderson mostrar interesse em participar, e por afinidades musicais e pessoais, ele foi considerado o baixista perfeito para o posto e foi incorporado à banda. A incorporação dele foi marcada por uma aliança muito produtiva de composição com Felipe, que resultou com a letra de Hugo na música “Mamute Alado“, posteriormente outras como “Ser Humano 2000 Anos” e “Basel“. Assim ficando com Felipe Moraes (guitarra e vocal), Hugo Ceresso (batera), Alisson Correa (teclados), Ederson Vander (baixo). Com esta formação a banda passou por muitas apresentações. Mas os integrantes ainda sentiam a vontade de colocar um vocal na banda. Algumas possibilidades foram discutidas, más o que a banda queria mesmo era um vocal feminino. Foi então que Hugo sugeriu Manu Bien, com quem já tinha amizade do curso de Psicologia, ela tinha um vocal com raízes mais brasileiras, o que era exatamente o que a banda estava procurando. Nesse meio tempo, infelizmente Alisson (tecladista) demonstrava que não tinha mais tanto interesse em permanecer na banda, após algumas apresentações deixou o grupo, e voltou a participar de uma última apresentação meses após sua saída, que foi também a primeira com Manu Bien nos vocais, A voz da cantora era perfeita. A banda permaneceu nesta formação durante um grande período, e tocando em diversos lugares. Depois tivemos a saída do Hugo que cedeu seu lugar na banda para nosso amigo e agora baterista Dinho Bana, que agarrou o posto com unhas e dentes e incorporou perfeitamente a alma da banda. Mais recentemente foi incorporado à banda André Drago, assumindo os teclados que dês da saída do antigo tecladista Alisson ainda não tinha encontrado um substituto, Drago mostrou muita identidade e dedicação com o grupo.
A banda então assumiu a sua formação definitiva tendo Felipe Moraes (guitarra e vocais), Dinho Bana (bateria), Ederson Vander (baixo), André Drago (Teclados) e Manu Bien (vocais). Neste formato a banda segue fazendo diversas apresentações não só em Maringá e região mas também fora das proximidades e do estado, a banda trabalha recentemente no inicio das gravações do seu primeiro álbum intitulado: “Cia de Melhoramentos”, o cd tem previsão de lançamentos para os meses outubro ou novembro.
Juntaram-se primeiramente ao músico Weliton Tarelho para integrar a banda como vocalista, a música “Bom dia” já ganhou uma cara rock blues com o riff criado por Felipe e o vocal encaixado por Weliton, porém esta formação não deu certo por desencontros, e divergência nos objetivos, e Felipe e Hugo seguiram com o projeto sozinhos. A segunda música foi “Não Necessariamente” e a terceira “Minha Janela Não Tem Cortina“, tendo as três músicas prontas, resolveram ir ao estúdio gravá-las para mais tarde inscrevê-las no festival Acorde Universitário da UEM, contendo apenas gravações com Felipe (sendo responsável pelas guitarras, vocais e baixos) e Hugo pela bateria. Com o material pronto eles se inscreveram e foram aprovados para o festival, e “Não Necessariamente” foi a música da primeira apresentação da banda no 4º Acorde Universitário, uma apresentação cheia de histórias. A banda contava nesta época com Alisson Correa nos teclados e Paulo Ricardo no baixo cujo participou apenas na primeira apresentação, daí a banda seguiu fazendo shows sem baixista.
Ainda sem alguém pra ocupar o posto, a banda voltou para o estúdio para regravação das musicas “Não Necessariamente” e “Bom Dia“, também a gravação de outras 4 canções: “Baga Kadaf“, “08/12“, “Máquina de Brinquedo” e uma musica inacabada chamada “Forró da vergonha“. Esta segunda gravação contou, (além de Felipe e Hugo que já participaram da primeira) com Alisson Correa. Até o convite de Éderson Vander para tocar em um bar chamado ‘Caçapa’ na cidade de Mandaguaçu. A banda ainda não tinha um baixista, foi ai que após Éderson mostrar interesse em participar, e por afinidades musicais e pessoais, ele foi considerado o baixista perfeito para o posto e foi incorporado à banda. A incorporação dele foi marcada por uma aliança muito produtiva de composição com Felipe, que resultou com a letra de Hugo na música “Mamute Alado“, posteriormente outras como “Ser Humano 2000 Anos” e “Basel“. Assim ficando com Felipe Moraes (guitarra e vocal), Hugo Ceresso (batera), Alisson Correa (teclados), Ederson Vander (baixo). Com esta formação a banda passou por muitas apresentações. Mas os integrantes ainda sentiam a vontade de colocar um vocal na banda. Algumas possibilidades foram discutidas, más o que a banda queria mesmo era um vocal feminino. Foi então que Hugo sugeriu Manu Bien, com quem já tinha amizade do curso de Psicologia, ela tinha um vocal com raízes mais brasileiras, o que era exatamente o que a banda estava procurando. Nesse meio tempo, infelizmente Alisson (tecladista) demonstrava que não tinha mais tanto interesse em permanecer na banda, após algumas apresentações deixou o grupo, e voltou a participar de uma última apresentação meses após sua saída, que foi também a primeira com Manu Bien nos vocais, A voz da cantora era perfeita. A banda permaneceu nesta formação durante um grande período, e tocando em diversos lugares. Depois tivemos a saída do Hugo que cedeu seu lugar na banda para nosso amigo e agora baterista Dinho Bana, que agarrou o posto com unhas e dentes e incorporou perfeitamente a alma da banda. Mais recentemente foi incorporado à banda André Drago, assumindo os teclados que dês da saída do antigo tecladista Alisson ainda não tinha encontrado um substituto, Drago mostrou muita identidade e dedicação com o grupo.
A banda então assumiu a sua formação definitiva tendo Felipe Moraes (guitarra e vocais), Dinho Bana (bateria), Ederson Vander (baixo), André Drago (Teclados) e Manu Bien (vocais). Neste formato a banda segue fazendo diversas apresentações não só em Maringá e região mas também fora das proximidades e do estado, a banda trabalha recentemente no inicio das gravações do seu primeiro álbum intitulado: “Cia de Melhoramentos”, o cd tem previsão de lançamentos para os meses outubro ou novembro.
Membros:
Fê Moraes - Vocal e guitarra
Manu Bien - Vocal
Eder Vander - Baixo
Dinho Bana - Bateria e Percussão
André Drago - Teclados e Efeitos
Sites:
Contatos:
bandaconservantes@hotmail.com
(44) 9905-4333


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